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6 Autores Nacionais Que Arrasaram na Bienal de São Paulo de 2018

13 de agosto de 2018


Quer saber quais foram os autores nacionais que arrasara nessa Bienal do Livro? Então venha conferir nessa postagem!


Olá pessoal, tudo bom? A 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo aconteceu de 03 a 12 de Agosto de 2018 e eu estive presente. Com 1.500 horas de programação e 663 mil visitantes, foi um evento que tentou agradar diversos públicos, mas se superou ao mostrar a força que os autores nacionais estão ganhando dentro de um mercado editorial competitivo.

Com a presença confirmada de 291 autores brasileiros (segundo o próprio evento), estes se destacaram e entraram para as listas de mais vendidos em seus respectivos estandes. Parece que o preconceito literário que esse grupo sofria mudou um pouco e as pessoas (e editoras) estão se "arriscando" ao publicar/ler obras criadas em terras tupiniquins, mostrando que as escritores talentosos existem em qualquer lugar do mundo.

Coincidência ou não, a maioria das obras destacadas são para o público jovem, provando que ele tem grande poder em relação ao consumo de livros e desmistifica o preconceito de que a literatura jovem não fala de assuntos importantes. Uma ótima notícia, já que o Brasil tem uma média de apenas 4,4 livros lidos em um ano - o que pode mudar no futuro, se depender dos jovens atuais (pelo menos é a minha esperança).

Então vamos parar de enrolar e começar essa lista maravilhosa!

1. Bel Rodrigues, com 13 Segundos



Bel Rodrigues. O que dizer desse ser que mal acabou de publicar o seu primeiro romance completo e já entrou na lista de mais vendidos? Ela demorou para lançar, mas parece que a espera valeu a pena. Prometendo trazer temas relevantes e vários questionamentos sobre o papel da mulher na sociedade, essa obra promete trazer uma história para as mulheres que sofrem simplesmente por serem mulheres. Ou seja, algo extremamente necessário. 

O fim de um relacionamento é sempre um período difícil, mas isso se intensifica quando você está no último ano do colegial e precisa decidir o que será do seu futuro. Lola sabe que a decisão foi o melhor para os dois, mas aquela saudade de alguém que estava sempre presente é inevitável. Agora, tudo que Lola quer é deixar isso para trás e focar em pôr a vida em ordem novamente, se redescobrindo após um relacionamento que exigiu tanto dela e reavaliando suas prioridades: estudo, amigos, família e o canto, sua maior paixão. Com o corte do coral das atividades extras, a garota finalmente decide ouvir seus amigos e resolve criar um canal no YouTube para postar alguns covers, nada mais do que um hobby para substituir seu tão amado coral. Focada em não se relacionar seriamente e aproveitar as festas do último ano, tudo parece se alinhar quando Lola conhece John, um intercambista que busca exatamente o mesmo que ela: se divertir e criar memórias inesquecíveis. Quanto mais as coisas mudam, mais a garota percebe como perdera seu tempo tentando salvar um relacionamento que já estava naufragado, e como agora ela se sentia genuinamente feliz com as pessoas incríveis à volta e seu grande hobby se tornando cada vez mais influente. Entre conselhos sinceros, noites quentes e provas do Ensino Médio, a única coisa que Lola não poderia prever era o quão rápido tudo poderia desmoronar. Em treze segundos, especificamente.

2. Vitor Martins, com Um Milhão de Finais Felizes



Esse não é a primeira obra publicada por Vitor Martins, mas a espera por Piratas Gays (como é carinhosamente chamado) chegou ao fim. Sendo mais um livro com representatividade LGBTQ+, essa história aborda a amizade e novas descobertas - prometendo ser muito fofa e engraçada ao mesmo tempo. Com uma capa maravilhosa e sempre contando com a presença do autor no estande, foi muito elogiada e nos mostrou que as expectativas altas foram superadas.

Jonas não sabe muito bem o que fazer da vida. Entre suas leituras e ideias para livros anotadas em um caderninho de bolso, ele precisa dar conta de seus turnos no Rocket Café e ainda lidar com o conservadorismo de seus pais, sua mãe alimenta a esperança de que ele volte a frequentar a igreja, e seu pai não faz muito por ele além de trazer problemas.Mas é quando ele conhece Arthur, um belo garoto de barba ruiva, que Jonas passa a questionar por quanto tempo conseguirá viver sob as expectativas de seus pais, fingindo ser uma pessoa diferente de quem é de verdade. Buscando conforto em seus amigos (e na sua história sobre dois piratas bonitões que se parecem muito com ele e Arthur), Jonas entenderá o verdadeiro significado de família e amizade, e descobrirá o poder de uma boa história.

3. Iris Figueiredo, com Céu Sem Estrelas



Estando entre os mais vendidos da FLIPOP e da Bienal, no estande da Companhia das Letras, esse novo romance da Iris Figueiredo chegou com tudo. Falando sobre vários temas significativos, como autoestima e relações familiares, o público em geral abraçou o seu lançamento, que elogiou a sua escrita emocionante e, ao mesmo tempo, sensível. Parece ser o tipo de história que fica na mente do leitor e levanta diversas questões.

Um romance sensível e envolvente sobre autoestima, família e saúde mental.Cecília acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrível com a mãe, a garota decide passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento. Apesar de estar encantado por Cecília, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. Cecília, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.

4. Paola Aleksandra, com Volte Para Mim



Paola Aleksandra, uma booktuber famosa por gostar de romances, publicou o seu primeiro livro: Volte Para Mim. A aposta foi feita pela Essência (selo da Editora Planeta de Livros). Apesar de não ser a sua primeira tentativa de escrita, esse romance de época foi bem recebido por seus fãs e os apreciadores do gênero. Ela também estava entre os mais vendidos no estande e essa obra será volume único. Assim, nos mostrará se essa será ou não a porta de entrada para novas publicações.

Aos dezesseis anos, Brianna Hamilton fugiu da Inglaterra para a Escócia, abandonando sua família e as obrigações como herdeira de um duque. Em meio aos prados escoceses, a jovem encontrou refúgio e descobriu mais sobre a mulher que desejava ser. Mas, onze anos após a fuga, uma dolorosa verdade fará com que ela deseje nunca ter partido. Voltar será como relembrar o passado, a fuga, o medo e as escolhas que precisou fazer. E, enquanto luta para reconquistar seu lugar junto à família, Brianna precisará superar Desmond Hunter, melhor amigo e primeiro amor, que anos atrás ela escolheu deixar para trás. Volte para mim é um romance arrebatador sobre recomeços, sentir-se inteira e, acima de tudo, confiar no amor.

5. Fernanda Nia, com Mensageira da Sorte



Fernanda Nia é uma ilustradora que fez sucesso com a sua série de "Como eu Realmente". As suas publicações online já lhe renderam dois quadrinhos lançados pela Editora Nemo. Porém, ela resolveu arriscar e escreveu o seu primeiro romance, ou seja, escrito. Mensageira da Sorte recebeu uma uma parte especial  do estande da Plataforma 21 (V&R Editoras) e essa foi a chance dela mostrar que possui outros talentos.

A SORTE É IMPREVISÍVEL.Em pleno Carnaval carioca, durante uma confusão em um protesto contra a AlCorp – uma corporação que controla o preço dos alimentos e medicamentos no país – Cassandra Lira, ou Sam, passa a ser uma mensageira temporária no Departamento de Correção de Sorte (DCS), uma organização extranatural secreta incumbida de nivelar o azar na vida das pessoas. Para manter esse equilíbrio, os mensageiros devem distribuir presságios de sorte ou azar para alguns escolhidos. O primeiro "cliente" de Sam é justamente o seu vizinho e colega de classe, Leandro. O garoto é um youtuber em ascensão e a ajuda dela, na forma de uma mensagem sobre nada menos que paçocas, impulsiona Leandro a fazer um vídeo que o levará para o auge da fama. O que Sam não sabe é que o rapaz também é um ávido participante dos protestos contra os abusos da AlCorp, comprometido a expô-los em seu canal, independentemente dos riscos que possa correr, e a garota se vê obrigada a usar a sorte do DCS para protegê-lo. Mesmo que não entenda por que foi escolhida para trabalhar para o Destino, logo ela se vê no meio de uma rede de intriga, corrupção e poder. Ainda lidando com a culpa pela morte do próprio pai e com seus sentimentos por Leandro, Sam embarcará na jornada de desmascarar a quadrilha que está deteriorando o sistema da Justiça, tanto a natural quanto a extranatural, e fazer com que a balança do Destino se equilibre outra vez.

6. Babi Dewet, com Allegro em Hip-Hop



Esta não foi a primeira Bienal da Babi Dewet como escritora, mas ela arrasou com seu lançamento de Allegro em Hip-Hop. Este é o segundo livro da série Cidade da Música, continuação de Sonata em Punk Rock, com uma capa linda que complemente a primeira (é só colocar uma do lado da outra e vocês verão). Os dois, junto com outros livros escritos por ela, ficaram durante toda a Bienal entre os mais vendidos da estande do Grupo Autêntica. 

No segundo livro da série Cidade da Música, você vai conhecer Camila. Ela é neta de japoneses e filha de pais muito rigorosos que têm grandes planos para ela e para sua irmã. Desde pequena, aprendeu que precisava se esforçar mais, que precisava ser melhor, que não existia tempo a perder na adolescência e que sua inteligência e seu talento deveriam levá-la longe. Camila, então, trocou as festas das amigas por treinos de balé, e a vontade de viajar o mundo afora pela consagrada Academia Margereth Vilela. Sua vida inteira estava programada e organizada. Até que uma crise de ansiedade a fez perceber que tudo ainda podia mudar e, depois de conhecer Vitor, um garoto desengonçado e cheio de sardas que tocava violino, a vida mostrou à Camila que uma dose de hiphop poderia fazer os dias dela mais felizes.

Bônus: Textos Cruéis Demais Para Serem Lidos Rapidamente & Heroínas

Tudo bem, eu estou roubando nesse bônus. Porém, não poderia deixar de fora dois livros que entraram para a lista de mais vendidos e dos mais comentados (desde os seus respectivos lançamentos). Porém, a responsabilidades da escrita deles não está nos dedos de apenas um autor em cada obra, mas sim de dois em Textos Cruéis (como é carinhosamente chamado), e de três em Heroínas.



Textos Cruéis Demais Para Serem Lidos Rapidamente saiu das páginas da internet para as de um livro. Mesmo que o seu lançamento tenha sido no ano passado, ele ainda foi destaque na estande da Editora Globo, sendo um dos mais vendidos da Globo Alt. Textos profundos e poéticos inéditos escritos por Igor Pires da Silva e Gabriela Barreira foram publicados em uma edição belíssima, complementada pelas ilustrações de Anália MoraesMerece ser lido com calma e apreciada com carinho.

Indo contra a tendência dos textos curtos e superficiais que são postados nas redes sociais, o coletivo literário Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente (TCD) passou a produzir e compartilhar um conteúdo extenso, profundo e extremamente poético em suas páginas no Facebook e no Instagram. Com seus escritos e ilustrações, eles acabaram atingindo um público muito maior do que o esperado, nos mostrando como, apesar da crescente agilidade que nossa comunicação exige, ainda precisamos de tempo para digerir e entender nossas complexas relações humanas. Para este livro, foram produzidos textos inéditos que ganharam a companhia das sensíveis ilustrações de Anália Moraes."



Heroínas surgiu como uma proposta para recriar histórias de heróis clássicas em contos contemporâneos protagonizadas por meninas. As convidadas da vez foram Laura Conrado, autora de Minha Onda; Pam Gonçalves, de Boa Noite; e Ray Tavares, de Os 12 Signos de Valentina. A capa é belíssima e ficou em segundo lugar na lista dos mais vendidos (na maioria dos dias) no estande da Record. Espero que seja um reflexo de um grupo de leitores que querem mais heroínas nos livros e isso inspire novas histórias - reais ou fictícias.

Não faltam heróis. Dos clássicos às histórias contemporâneas os meninos e homens estão por todo lugar. Empunhando espadas, usando varinhas mágicas, atirando flechas ou duelando com sabres de luz. Mas os tempos mudam e já está mais do que na hora de as histórias mudarem também. Com discussões feministas cada vez mais empoderadas e potentes, meninas e mulheres exigem e precisam de algo que sempre foi entregue aos meninos de bandeja: se enxergar naquilo que consomem.Este é o livro de um tempo novo, um tempo que exige que as mulheres ocupem todos os espaços, incluindo a literatura.Laura Conrado imaginou as Três mosqueteiras como veterinárias de uma ONG, que de repente contam com a ajuda de uma estudante que não hesita em levantar seu escudo para defender os animais.A Távola Redonda de Pam Gonçalves é liderada por Marina, que diante do sumiço do dinheiro que os alunos de sua escola pública arrecadaram para a formatura, desembainha a espada e reúne um grupo de meninas para garantirem a festa que planejaram.E Roberta é a Robin Hood de Ray Tavares. Indignada com a situação da comunidade em que vive, a garota usa sua habilidade como hacker para corrigir algumas injustiças.Este é um livro no qual as meninas salvam o dia. No qual elas são o que são todos os dias na vida real: heroínas. Finalmente.


E vocês, foram para a Bienal em São Paulo? Já leram algum livro citado? Esqueci de falar de algum? Comente!



Comentários
15 Comentários

15 comentários :

  1. Queria muito ter ido à Bienal e prestigiar de perto esses e os outros autores presentes. Fico feliz em saber que tiveram destaque, finalmente estão tendo o reconhecimento que merecem :D

    http://submersa-em-palavras.blogspot.com/

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  2. Eu ganhei ingressos para ir à Bienal esse ano, mas não pude ir :(
    Já tinha visto comentários maravilhosos de que foi o ano dos nacionais e fiquei muito feliz com isso. Seu post mostra claramente que há muita diversidade e criatividade nos assuntos dos livros publicados. São temas atuais, marcantes e necessários para nossa literatura. Conhecia brevemente o projeto dos dois últimos, mas me interessei por todas as obras citadas. Parabéns pelo post!

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  3. Não fui na bienal e ainda não li nenhum dos livros citados. :(
    Mas adorei esse post, não sabia sobre o que era o livro da Bel, e agora fiquei bem interessada em conferir.
    Quero muito ler o livro do Vitor e da Iris!! Que capas lindas!
    beijos

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  4. Oi Dani!
    Eu fui na Bienal no segundo sábado e como sempre, é um evento maravilhoso. Sempre saímos mortas de lá, mas vale cade segundo.
    Sobre os autores nacionais, acho importantíssimo esses estarem entre os mais vendidos das suas respectivas editoras. E acredito que essa edição veio para mostrar a força que a nossa literatura tem e traz uma esperança positiva.
    Comprei vários livros nacionais, de autores menores, mas acredito que é isso o legal da Bienal, Conhecer novas pessoas, sejam autores, blogueiros, leitores.
    Bjss

    http://umolhardeestrangeiro.blogspot.com/

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  5. Me deixa muito feliz esse espaço que os escritores nacionais vêm conquistando! A literatura nacional realmente está em alta e é claro que isso me deixa com um sorriso no rosto.

    O livro da querida Paola eu já tenho e estou ansiando pela oportunidade de lê-lo. Quero muito adquirir 13 Segundos da Bel Rodrigues, pois amo o canal dela e já imagino que deva ser um livro maravilhoso. E você não faz ideia de como estou desesperada por Céu sem Estrelas. Li uma resenha que me deixou de queixo caído, simplesmente louca pelo livro! Aguardando a oportunidade de comprá-lo e lê-lo!

    Bjs!

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  6. Olá!
    Muito legal ver os autores com seus livros e os nacionais sendo devidamente reconhecidos nessa que eu acho a maior e mais importante feira literária.
    Estou morrendo de vontade de ler as obras do Vitor, da Babi e da Iris, só lendo bons comentários sobre as tramas.
    Beijos!

    Camila de Moraes

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  7. Oi, Dani!
    Mais uma Bienal que não pude ir - ainda, rs -, mas lindo ver a literatura nacional, em especial a jovem, crescer tanto e ganhar esse espaço nas comprinhas de jovens que, também espero, logo mais venham a mudar a média de leitura do Brasil de forma muito positiva! <3 Dos listados, estou querendo ler principalmente o da Iris, que eu já estava curiosa desde antes de ser lançado, porque li outros três da autora e gostei muito, tenho quase certeza de que irei amar esse novo também! Também quero ler o da Fernanda e a série da Babi!
    Beijos!

    ♥ Sâmmy ♥
    ♥ Sonhando aos Vinte ♥

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  8. Não pude comparecer a bienal esse ano mas acompanhei pelas redes sociais e pude constatar a veracidade desse seu post. Os autores nacionais realmente arrasaram esse ano, admito que estou bastante orgulhosa e feliz pelo destaque que a nossa literatura vem ganhando dia após dia. Alguns desses livros quero muito ler, outros já tenho em mãos e alguns já estou com a leitura em andamento.

    Abraços!
    Nosso Mundo Literário

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  9. Olá,

    Com exceção da Fernanda Nia, que só conheci após a Bienal, gostaria super de conhecer os outros autores. Por isso mesmo não estando lá, acompanhei tudo através dos storys lá no insta. Seria maravilhoso conhecer a Pam Gonçalves, já que a acompanho há tantos anos.


    beijos,
    oculoselivrosblog.blogspot.com.br/

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  10. Eu conheço só alguns desses autores e quero muito ler os livros deles. Eu queria ter ido na Bienal, mas infelizmente não rolou. Eu colocaria nessa lista ainda, as autoras Thati Machado, que lançou 2 livros na Bienal e se não me engano eles esgotaram antes mesmo de acabar a feira e também a autora Amanda Aghata, que fez o lançamento de um dos livros mais lindos e marcantes que já li.
    Traveling Between Pages

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  11. Olá!
    Estou TÃO feliz que a Literatura jovem está ganhando destaque e que novos leitores estão se formando. Dessa lista, já li Céu sem estrelas e Volte para mim e são dois livros favoritos da vida. Estou louca para ler o livro da Bel e o do Victor. Também acho que vou me arriscar em Textos cruéis demais. Adorei o seu post ♥
    Beijos

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  12. Oii!!

    Ah gente é tão bom ver a literatura nacional tão em alta assim, em pensar que em um passado nao tao distante, a literatura nacional não era considerada nada... quantos autores gente! Tenho muita vontade de ler o livro da Bel, da Pam e da Paola

    beijos

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  13. Olá!

    Não estive na bienal de SP este ano mas adoro saber que nossos autores de casa estão dando um ahow!
    Adorei sei top 6 e os bônus! Inclusive alguns desses livros estão na minha listinha de desejados!

    Ótimo post e Parabéns aos nossos autores!

    Beijos

    www.thereviewbooks.com.br

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  14. Esse ano eu queria ter muito ido a bienal, só para ter a oportunidade de conhecer esses autores super fofos do seu post... Eu ja tive a oportunidade de ler livros do Vitor, da Paola e da Ray, com direito a favoritar os três... Mal vejo a hora de enfim ter a oportunidade de conhece-los...

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  15. Ahhhh que post mais lindo!
    Arrasou na seleção de autores que a Bienal teve o prazer de receber!
    Infelizmente nao consegui ver todos la, mas fico feliz que nosso evento esteja sempre recheado de autores daqui.
    Ano que vem quero autografo de todos.
    Beijos.

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